DESTRUIÇÃO DE BANCAS ILEGAIS NO WARESTA

DESTRUIÇÃO DE BANCAS ILEGAIS NO WARESTA

Por João Baptista

Os operadores informais do mercado grossista Waresta acusam o Conselho Autárquico de Nampula de ser responsável pelos prejuízos que somam, com a destruição das suas bancas e armazéns que se encontravam na berma da estrada.

Segundo disseram alguns operadores, no acto da destruição das bancas, perderam-se muitos produtos com alto valor comercial.

Lamentaram pelo facto de algumas bancas abrangidas pela operação terem licenças do Conselho Autárquico de Nampula, e que os seus proprietários não foram direccionados onde praticarem as suas actividades.

“Estamos muito consternados porque a comunicação entre o conselho Autárquico de Nampula e os operadores não foi das melhores, atendendo que cada caso é um caso. Eu acho que tratou-se de ambição naquilo que foi sacrifício dos cidadãos, que edificaram suas bancas neste local”. – Disse Domingos António, conhecido por Axinene, que não consegue avaliar os prejuízos com a destruição da sua infra-estrutura, que foi erguida com autorização do Conselho Autárquico, para um tempo determinado.

“Eu tenho Documentos para exploração temporária e estou a pagar anualmente ao Conselho Municipal”. Disse Axinene que desabafa – “Apenas gostaria de recordar que quando um governo destrói uma infra-estrutura de um cidadão, significa que há má governação, porque o ideal, seria sensibilizar o cidadão para que destrua pessoalmente. Repito, houve falta de comunicação, porque quando a comunicação é fraca, os prejuízos são para os inocentes. O nosso posicionamento agora é arregaçar as mangas e continuar a trabalhar procurando outras oportunidades”.

Recorde-se que na semana passada, o vereador para área de mercados e feiras do Conselho Autárquico de Nampula, disse que a remoção de bancas localizadas nas bermas da estrada vai continuar, uma vez que colocam em risco a vida dos munícipes para além de ferir o Código de Posturas.

Osvaldo Ossufo Momade recordou falando a imprensa, que a Autarquia de Nampula criou condições para a actividade comercial nos mercados de Namicopo, Natikiri e Subestação, para onde os operadores afectados com essa operação devem se dirigir.

A destruição de bancas na berma de estradas tem em vista garantir a segurança dos munícipes e facilitar a circulação de viaturas e peões.

One Reply to “DESTRUIÇÃO DE BANCAS ILEGAIS NO WARESTA”

  1. Eu acho que foi certo a remoção das barracas a berma da estrada, assim existirá uma livre circulação de peões e automóveis, desta forma deveria continuar nos bairros criações de vias alternativas para o desenvolvimento da cidade. A muito espaço na expansão, Natikiri, Barragem, desde que haja transporte para essas pessoas.

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