Novas faces da polícia de trânsito preocupam os bolsos dos automobilistas

Por Malito João

Os transportadores de passageiros interdistritais que operam a rota Nampula–Nacala Porto e vice-versa, acusam as novas caras que se preparam para fazerem parte da policia de  trânsito de estarem a fazer cobranças ilícitas.

Esta situação deixa agastados os operadores que vêem no transporte de pessoas e bens, um meio de sustento para as suas famílias, mas que ficam frustrados quando são cobrados montantes em dinheiro que variam de 100 a 200 meticais que segundo eles sem nenhuma explicação, muito menos o destino do respectivo dinheiro.

Isto segundo dizem dificulta na colecta de receitas necessárias para continuar a exercer as suas actividades. Pois segundo explicam aqueles cidadãos, em cada posto de controlo de trânsito instalado ao longo da estrada número 1 são obrigados a fazer o mesmo ritual, os operadores gritam e pedem quem de direito o melhor esclarecimento para onde vai o valor.

Albertino Marcos não poupou suas palavras para condenar as atitudes dos supostos agentes reguladores de trânsito que segundo ele no lugar de cuidar da situação rodoviária, deixam-se levar pelo olho gordo.

De referir que Moçambique está a conhecer cenários assustadores de infecções pelo novo Coronavírus, daí que surge a necessidade de seguir rigorosamente as medidas de prevenção. Mas o que se vive nos transportes interdistritais é contra aquelas que são as medidas emanadas pelas autoridades sanitárias: o uso de máscara é um mito e o distanciamento social de um metro e meio, passa muito longe da realidade.

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